Projeto Institucional
Leitura na praça: ação comunitária, atitude inteligente.
Leitura na praça: ação comunitária, atitude inteligente.
Os livros não transformam o mundo. Os livros transformam as pessoas, e as pessoas é que transformam o mundo.
Mário Quintana
Mário Quintana
O Diagnóstico de Leitura realizado entre os dias 30 e 31 de março, com os alunos do Ensino Fundamental II, apresentou um resultado negativo, detectado pelos professores desde a aplicação até a tabulação e análise dos resultados. Estes destacaram os seguintes problemas: a leitura não é uma prática social comum no cotidiano dos alunos, estes não conseguem localizar informações explicitadas no texto, realizar inferência, nem fazer reflexões a partir do texto.
Pensando nesta situação a Escola Municipal Maria Quitéria (E.M.M.Q.), resolveu implementar esse Projeto Institucional de Leitura, envolvendo toda a comunidade escolar nesta atividade que visa a valorização e compreensão das diferentes formas de leituras e linguagens que permeiam nossa sociedade, em ações que aproximem a leitura por prazer a educação escolar. Isso significa redefinir a leitura na sala de aula e na escola como um todo, não apenas para cumprir tarefas, mas a leitura como prática social construtora de sentidos e significados para a comunidade.
A leitura deve ser vista como prática social e não como uma prática mecânica de aprendizagem que limita e até distancia o aluno da leitura como prática social. Neste sentido a escola tem que proporcionar uma prática de leitura prazerosa, onde o aluno ingresse “no mundo da linguagem escrita através da magia da leitura” (FERREIRO, 2002), para que este, de fato, torne-se leitor pleno.
À escola foi delegada a missão de forma leitores, porém a E.M.M.Q. quer ir além, não ficar no exercício de habilidades básicas de leitura, como a decodificação das letras, fomentando ainda mais o índice do analfabetismo funcional no país. A E.M.M.Q. que formar leitores plenos, conhecedores da história da humanidade e capazes de interagir com ela. Numa perspectiva, em que cada estudante perceba-se como agentes histórico, no processo de humanização do homem (SOUZA, 2009), tendo a leitura como instrumento de formação integral do aluno, capaz de influenciar e ser influenciado por esta.
É evidente a necessidade de a escola estar em contado direto com a realidade social dos alunos. A escola não é um “corpo estranho” à sociedade, ela é produto social, esta inserida em uma realidade que necessita ser estudada e, muitas vezes, transformada.
A escola carrega consigo poderes de perpetuar e modificar discursos, portanto, é inegável a responsabilidade desta para a atual situação a qual de encontra o ensino hoje. Não queremos com isso, fazer um discurso em que a escola seja culpada por todas as mazelas da sociedade, porém na escola podemos encontra vários seguimentos e opiniões que formam a nossa sociedade (SOUZA, 2009).
Este poder de concentrar os complexos seguimentos que fazem à sociedade que devem ser levados em canta quando propomos inovações, como a de leitura, “que venha proporcionar uma mudança de atitude e de responsabilidade social dos estudantes e de toda a comunidade escolar” (SOUZA, 2009).
Portanto, o Projeto pretende “perpassar as paredes das salas de aula e os muros da escola e chegar a toda a comunidade” (BOA VISTA DO TUPIM), envolvendo a comunidade em ações de leitura, onde esta possa sentir-se cooresponsável pela formação leitora dos estudantes.
Sendo assim, pretende-se lavar os alunos, a comunidade e toda a escola a participarem ativamente do Projeto Institucional LEITURA NA PRAÇA; AÇÃO COMUNITÁRIA, ATITUDE INTELIGENTE, descobrindo o que ler, criando e recriando situações de leitura e adequando-as à sua realidade e ao seu modo de vida.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BAPTISTA, Francisca Mª Carneiro e BAPTISTA, Naidison de Quintella (orgs.). Baú de Leituras: lendo histórias, construindo cidadania. Feira de Santana, Bahia: Movimento de Organização Comunitária (MOC), 2008.
BRASIL, Ministério da Educação. Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE): leitura e bibliotecas nas escolas públicas brasileiras. Brasília: Ministério da Educação, Secretária de Educação Básica, 2008.
BERENBLUM, Andréa. Por uma política de formação de leitores. Brasília: Ministério da Educação, Secretarias da Educação Básica, 2009.
BOA VISTA DO TUPIM, BAHIA. Projeto Institucional: Leitura na Calçada. Prefeitura Municipal de Boa Vista do Tupim; Secretaria Municipal de Educação e Cultura, s/d.
FERNANDES, Jaiza Helena Moisés. Jornal da Escola. Tudo de bom. Mundo Jovem, Porto Alegre, Ano 46, N. 385, p. 9, abril de 2008.
FERREIRO, Emilia. Passado e presente dos verbos ler e escrever. São Paulo: Cortez, 2002.
LEITURA, Uma atitude inteligente (Subsídio encartado no Mundo Jovem). Porto Alegre, Ano 1. N. 1, março de 2010.
LER EM TODAS AS DISCIPLINAS. Nova Escola, São Paulo, Edição Especial, N. 28, novembro de 2009.
LERNER, Delia. Ler e escrever na escola: o real, o possível e o necessário. Porto Alegre: Artmed, 2002.
NADAL. Paula. Leitura para toda a escola. Nova Escola, São Paulo, Abril de 2009.
PEREIRA, Andréa Kluge. Biblioteca na escola. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2009.
TAVARES, C. M. do N.; CABRAL, L. L. D.; MIRANDA, L. de F. B.; ANDRADE, M. A. O. e TORQUETTE, R. G. Projeto Institucional: Leitura pelo professor. Uberlândia, MG: Prefeitura Municipal de Uberlândia; Secretária Municipal de Educação, 2008. Disponível em www.formaremrede.org.br, acesso em 03 de maio de 2010.
RANGEL, Egon de Oliveira. Dicionários em sala de aula. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2009.
SOUZA, Roberto dos Santos. Plano de Curso: História: 5ª a 8ª série – Ensino Fundamental II. Tapiramutá, BA: Escola Municipal Maria Quitéria; Secretaria Municipal de Educação e Cultura, 2009.
VARGAS, Maria do Carmo de Oliveira. Incluir a biblioteca na vida escolar. Mundo Jovem, Porto Alegre, Ano 46, N. 389, p. 7, agosto de 2008.
Pensando nesta situação a Escola Municipal Maria Quitéria (E.M.M.Q.), resolveu implementar esse Projeto Institucional de Leitura, envolvendo toda a comunidade escolar nesta atividade que visa a valorização e compreensão das diferentes formas de leituras e linguagens que permeiam nossa sociedade, em ações que aproximem a leitura por prazer a educação escolar. Isso significa redefinir a leitura na sala de aula e na escola como um todo, não apenas para cumprir tarefas, mas a leitura como prática social construtora de sentidos e significados para a comunidade.
A leitura deve ser vista como prática social e não como uma prática mecânica de aprendizagem que limita e até distancia o aluno da leitura como prática social. Neste sentido a escola tem que proporcionar uma prática de leitura prazerosa, onde o aluno ingresse “no mundo da linguagem escrita através da magia da leitura” (FERREIRO, 2002), para que este, de fato, torne-se leitor pleno.
À escola foi delegada a missão de forma leitores, porém a E.M.M.Q. quer ir além, não ficar no exercício de habilidades básicas de leitura, como a decodificação das letras, fomentando ainda mais o índice do analfabetismo funcional no país. A E.M.M.Q. que formar leitores plenos, conhecedores da história da humanidade e capazes de interagir com ela. Numa perspectiva, em que cada estudante perceba-se como agentes histórico, no processo de humanização do homem (SOUZA, 2009), tendo a leitura como instrumento de formação integral do aluno, capaz de influenciar e ser influenciado por esta.
É evidente a necessidade de a escola estar em contado direto com a realidade social dos alunos. A escola não é um “corpo estranho” à sociedade, ela é produto social, esta inserida em uma realidade que necessita ser estudada e, muitas vezes, transformada.
A escola carrega consigo poderes de perpetuar e modificar discursos, portanto, é inegável a responsabilidade desta para a atual situação a qual de encontra o ensino hoje. Não queremos com isso, fazer um discurso em que a escola seja culpada por todas as mazelas da sociedade, porém na escola podemos encontra vários seguimentos e opiniões que formam a nossa sociedade (SOUZA, 2009).
Este poder de concentrar os complexos seguimentos que fazem à sociedade que devem ser levados em canta quando propomos inovações, como a de leitura, “que venha proporcionar uma mudança de atitude e de responsabilidade social dos estudantes e de toda a comunidade escolar” (SOUZA, 2009).
Portanto, o Projeto pretende “perpassar as paredes das salas de aula e os muros da escola e chegar a toda a comunidade” (BOA VISTA DO TUPIM), envolvendo a comunidade em ações de leitura, onde esta possa sentir-se cooresponsável pela formação leitora dos estudantes.
Sendo assim, pretende-se lavar os alunos, a comunidade e toda a escola a participarem ativamente do Projeto Institucional LEITURA NA PRAÇA; AÇÃO COMUNITÁRIA, ATITUDE INTELIGENTE, descobrindo o que ler, criando e recriando situações de leitura e adequando-as à sua realidade e ao seu modo de vida.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BAPTISTA, Francisca Mª Carneiro e BAPTISTA, Naidison de Quintella (orgs.). Baú de Leituras: lendo histórias, construindo cidadania. Feira de Santana, Bahia: Movimento de Organização Comunitária (MOC), 2008.
BRASIL, Ministério da Educação. Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE): leitura e bibliotecas nas escolas públicas brasileiras. Brasília: Ministério da Educação, Secretária de Educação Básica, 2008.
BERENBLUM, Andréa. Por uma política de formação de leitores. Brasília: Ministério da Educação, Secretarias da Educação Básica, 2009.
BOA VISTA DO TUPIM, BAHIA. Projeto Institucional: Leitura na Calçada. Prefeitura Municipal de Boa Vista do Tupim; Secretaria Municipal de Educação e Cultura, s/d.
FERNANDES, Jaiza Helena Moisés. Jornal da Escola. Tudo de bom. Mundo Jovem, Porto Alegre, Ano 46, N. 385, p. 9, abril de 2008.
FERREIRO, Emilia. Passado e presente dos verbos ler e escrever. São Paulo: Cortez, 2002.
LEITURA, Uma atitude inteligente (Subsídio encartado no Mundo Jovem). Porto Alegre, Ano 1. N. 1, março de 2010.
LER EM TODAS AS DISCIPLINAS. Nova Escola, São Paulo, Edição Especial, N. 28, novembro de 2009.
LERNER, Delia. Ler e escrever na escola: o real, o possível e o necessário. Porto Alegre: Artmed, 2002.
NADAL. Paula. Leitura para toda a escola. Nova Escola, São Paulo, Abril de 2009.
PEREIRA, Andréa Kluge. Biblioteca na escola. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2009.
TAVARES, C. M. do N.; CABRAL, L. L. D.; MIRANDA, L. de F. B.; ANDRADE, M. A. O. e TORQUETTE, R. G. Projeto Institucional: Leitura pelo professor. Uberlândia, MG: Prefeitura Municipal de Uberlândia; Secretária Municipal de Educação, 2008. Disponível em www.formaremrede.org.br, acesso em 03 de maio de 2010.
RANGEL, Egon de Oliveira. Dicionários em sala de aula. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2009.
SOUZA, Roberto dos Santos. Plano de Curso: História: 5ª a 8ª série – Ensino Fundamental II. Tapiramutá, BA: Escola Municipal Maria Quitéria; Secretaria Municipal de Educação e Cultura, 2009.
VARGAS, Maria do Carmo de Oliveira. Incluir a biblioteca na vida escolar. Mundo Jovem, Porto Alegre, Ano 46, N. 389, p. 7, agosto de 2008.
São iniciativas como essas que fazem o nosso povo crescer como pessoas, como cidadãs, como brasileios.
ResponderExcluirParabéns a EMMQ.
Valeu Roberto!
Bom trabalho que eu sei que é árduo!!!